sábado, 31 de janeiro de 2009
Dogma 95
Sinopse: Após sair da escola, Sérgio dirige-se ao encontro da sua namorada, Helena. Ambos vão a uma loja onde trabalham amigos seus. Para oferecer algo á namorada no seu aniversário, Sérgio recorre a uma atitude que quase destrói a amizade que tem com os amigos.
domingo, 25 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Dogma-Vicio Escondido
Sinopse:
Conta a historia de uma rapariga que foi deixada pelo namorado sem dar noticias há 1 mês.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
DISCUSSÃO!
Hoje, na nossa aula de Imagem e Som, estivemos a assitir ao filme "Amanhã Talvez", uma curta de Luis Galvão Telles, que o professor António Fundo julgou ser um bom exemplo daquilo que podia ser produzido para a PAA. Tematicamente, corresponde à proposta da PAA, uma vez que trata uma época da História de apertada repressão ideológica, lembrança daquilo que foi uma ditadura de aproximadamente 40 anos, que hoje não existe mais. O protagonista vê-se na peugada da polícia política, está desgostoso pela morte de uma tal Marília e eis que chega o dia 25 de Abril.
Está evidente um contraponto entre o "outrora" e o "agora" - o amanhã do título, símbolo da Liberdade, da Democracia plena. Fala-se do antigamente, mas mais: transpõe-se a acção para esse "antigamente", uma época passada, de maneira a ilustrar bem o que foram os horrores da PIDE e da censura.
Por isso eu ter falado à Sara sobre se era isto que o professor José Fundo (autor do tema) e os restantes júris pretendiam das nossas curtas para a PAA: será um filme histórico? Será que nos devemos focar numa determinada época e adaptá-la para o nosso projecto, forma acessível de ironizar os males do passado?
Queria que por agora a turma participasse neste post e pudesse responder-me. Lanço a pergunta e espero pelo feedback. Acho que este blog é para isso mesmo, para provocar alguma discussão em torno de assuntos que incidissem na PAA ou nos projectos que estão a ser tratados na turma.
P.S.:Será que podemos alterar a cor de fundo do blog? Não gosto nada do preto. Irrita-me os olhos.
"Pi" - análise/crítica do filme
“Pi” trata-se de um filme independente realizado por Darren Aronofsky, também realizador de “Requiem for a dream”. É um filme fascinante e angustiante que apresenta um argumento rico em referências matemáticas a importantes nomes como Leonardo DaVinci e Arquimedes.
O filme conta a história de Max Cohen, um génio da matemática que possui dificuldades de relacionamento com outras pessoas e que encontra um padrão no número “pi” que permitirá que se descubra o que ocorrerá no futuro. A acção desenvolve-se, em grande parte, no interior do pequeno apartamento de Max, apresentando sempre poucos personagens, causando então uma terrível sensação de angústia e claustrofobia, reforçada pelo uso do preto e branco granulado.
O argumento de “Pi” foi escrito pelo próprio protagonista, em conjunto com Aronofsky, o realizador e ainda Eric Watson. Neste filme assistimos ao surgimento de factos não explicados e que, por isso, suscitam interpretações distintas nos espectadores como é o caso da invasão de formigas ao apartamento de Max, mal ele começa a chegar ao misterioso número ou a substância melosa que o matemático encontra no seu computador. É de salientar que é um filme bastante dinâmico a nível rítmico, o que desperta uma maior atenção.
“Pi” foi feito com uma quantia de aproximadamente 60 mil dólares, de forma totalmente independente. A obra teve um elevado sucesso junto do público, tendo estreado mundialmente no festival de Sundance, sendo este um festival de grande importância para filmes independentes.
Do meu ponto de vista, é impressionante o modo como uma história sobre números, que decorre na sua generalidade, no interior de um apartamento sombrio e de espaço bastante reduzido, consegue causar maior impacto do que qualquer outro filme de terror. É um filme que provoca no espectador, mesmo naqueles mais desatentos ou menos entendidos, uma sensação de constrangimento, de prisão, de alucinação na tentativa de conhecimento da mente humana. È, sem dúvida, um filme digno de ser visto e revisto.
O filme conta a história de Max Cohen, um génio da matemática que possui dificuldades de relacionamento com outras pessoas e que encontra um padrão no número “pi” que permitirá que se descubra o que ocorrerá no futuro. A acção desenvolve-se, em grande parte, no interior do pequeno apartamento de Max, apresentando sempre poucos personagens, causando então uma terrível sensação de angústia e claustrofobia, reforçada pelo uso do preto e branco granulado.
O argumento de “Pi” foi escrito pelo próprio protagonista, em conjunto com Aronofsky, o realizador e ainda Eric Watson. Neste filme assistimos ao surgimento de factos não explicados e que, por isso, suscitam interpretações distintas nos espectadores como é o caso da invasão de formigas ao apartamento de Max, mal ele começa a chegar ao misterioso número ou a substância melosa que o matemático encontra no seu computador. É de salientar que é um filme bastante dinâmico a nível rítmico, o que desperta uma maior atenção.
“Pi” foi feito com uma quantia de aproximadamente 60 mil dólares, de forma totalmente independente. A obra teve um elevado sucesso junto do público, tendo estreado mundialmente no festival de Sundance, sendo este um festival de grande importância para filmes independentes.
Do meu ponto de vista, é impressionante o modo como uma história sobre números, que decorre na sua generalidade, no interior de um apartamento sombrio e de espaço bastante reduzido, consegue causar maior impacto do que qualquer outro filme de terror. É um filme que provoca no espectador, mesmo naqueles mais desatentos ou menos entendidos, uma sensação de constrangimento, de prisão, de alucinação na tentativa de conhecimento da mente humana. È, sem dúvida, um filme digno de ser visto e revisto.
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